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Sinusite alérgica e rinossinusite

Sinusites que se repetem ou não passam muitas vezes têm a rinite alérgica como pano de fundo. Tratar a alergia ajuda a quebrar esse ciclo.

Rinite e sinusite: qual a relação

Os seios da face são cavidades ligadas ao nariz. A mucosa é contínua, e por isso os especialistas preferem o termo rinossinusite. Na rinite alérgica, a mucosa inchada dificulta a drenagem dos seios da face, favorecendo acúmulo de secreção e infecções. Pessoas com rinite alérgica mal controlada têm mais episódios de sinusite.

Sintomas

  • obstrução nasal e secreção espessa, às vezes descendo pela garganta;
  • pressão ou dor na face, testa ou ao redor dos olhos;
  • redução do olfato;
  • tosse, principalmente à noite em crianças.

Quando os sintomas duram mais de 12 semanas, fala-se em rinossinusite crônica.

Diagnóstico e tratamento

A avaliação busca o fator de base: alergia (com prick test), alterações anatômicas, pólipos, refluxo e, em infecções de repetição, a investigação da imunidade. O tratamento inclui lavagem nasal, corticoide nasal, controle da alergia e, quando indicado, imunoterapia. Casos com alterações estruturais são conduzidos em conjunto com o otorrinolaringologista.

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Perguntas frequentes

Sinusite alérgica precisa de antibiótico?
Nem sempre. A maioria das sinusites agudas é viral, e a inflamação alérgica não melhora com antibiótico. A indicação é feita pelo médico conforme o quadro.
Conteúdo escrito e revisado pelo Dr. Marcos Geraldini
Alergista e imunologista, pneumologista pediátrico — CRM-PR 20811 · RQE 15372 (Pediatria) · RQE 430 (Pneumologia Pediátrica) · RQE 521 (Alergia e Imunologia). Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente (UFPR).
Última revisão: 20/10/2026. Conheça a formação completa.